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Nutricosméticos ganham popularidade PDF Imprimir E-mail
Qua, 07 de Outubro de 2015 17:56
Oriente os consumidores durante a compra desses produtos
Os nutricosméticos chegaram ao mercado prometendo acabar com a carência de nutrientes de forma rápida e prática. As cápsulas da beleza, como ficaram conhecidas, são pílulas ricas em vitaminas, proteínas e minerais, conquistam consumidoras que buscam melhorar a aparência da pele e dos cabelos e livrar-se de problemas como as rugas, a flacidez e a queda dos fios.
Inserido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) na categoria de alimentos funcionais, o composto tem venda livre e pode ser encontrado em farmácias e em estabelecimentos da área de beleza. Os especialistas, contudo, alertam para os perigos do uso indiscriminado do produto. Isoladamente, os nutricosméticos possuem baixa dosagem, mas a combinação de cápsulas que tenham um mesmo componente pode levar à intoxicação. Além disso, vale consultar um médico para conferir exatamente o nível de deficiência de cada nutriente no organismo.
A médica do ambulatório de dermatologia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Dra. Paula Tavares Colpas, explica que alguns grupos devem ficar atentos aos ingredientes de cada cápsula. Diabéticos, por exemplo, precisam evitar aquelas que têm alta quantidade de açúcar em sua fórmula. É preciso estar atento também às reações alérgicas que os corantes das cápsulas podem causar. A médica ainda ressalta que os efeitos da ingestão dos nutricosméticos costumam demorar a aparecer. "Diferente do que muitos prometem, não existem milagres", afirma. Para quem procura resultados mais imediatos, recomenda-se aliar o consumo das pílulas com hábitos saudáveis, que incluem a prática de exercícios físicos e uma dieta rica em água, frutas e verduras.
Fonte: O Estado de S.Paulo
Foto: Shuttersock
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Ministério da Saúde investe R$ 36,4 milhões na saúde mental de 20 estados PDF Imprimir E-mail
Seg, 05 de Outubro de 2015 19:05
Recurso permitirá a habilitação de 76 Centros de Atenção Psicossocial (CAPs) e 46 Serviços Residenciais Terapêuticos (SRT) em todos as regiões do país
A Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) de 20 estados brasileiros ganhou reforço de R$ 36,4 milhões para promover a melhoria e ampliação dos serviços ofertados, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), na área de saúde mental. A portaria nº 1.647, publicada nesta segunda-feira (05) no Diário Oficial da União (DOU), contempla os estados do Amazonas, Bahia, Ceará, Goiás, Espírito Santo, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Pernambuco, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rondônia, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Sergipe, São Paulo e Tocantins.
Com o recurso, que será incorporado ao Limite Financeiro de Média e Alta Complexidade Ambulatorial e Hospitalar (Teto Mac) dos estados e municípios, serão habilitados, a partir de agora, 76 Centros de Atenção Psicossocial (CAPs) e 46 Serviços Residenciais Terapêuticos (SRTs). Os CAPs têm a função de fornecer atendimento próximo à família do paciente, assistência médica e cuidado terapêutico, conforme o seu quadro de saúde, com possibilidade de afastamento do seu ambiente familiar quando necessário, mas de forma temporária. O distanciamento pode ser na forma de internação hospitalar de curta duração em hospitais gerais ou como parte de um projeto terapêutico específico, avaliado caso a caso pelo médico responsável. Além disso, o tratamento nos CAPs também pode funcionar na forma de acolhimento continuado 24h.
Atualmente, 2.241 CAPS estão em funcionamento em todo o país, um crescimento de 8,4% se comparado a 2013, quando existiam 2.067 centros. Desde 2011, foram criados 878 leitos de saúde mental em hospitais gerais, em articulação com os demais componentes da RAPS, para garantir a continuidade do cuidado. Também estão em funcionamento 61 Unidades de Acolhimento (UA) – que correspondem a lares transitórios – criadas para atender usuários de crack, álcool e outras drogas, em situação de vulnerabilidade social e familiar.
O Ministério da Saúde oferece ainda um auxílio-reabilitação psicossocial, repassado a pacientes que tenham permanecido em longas internações psiquiátricas. Além disso, há os Serviços Residenciais Terapêuticos (SRTs), implantados para responder às necessidades de moradia de pessoas em situação de vulnerabilidade que ficaram longo período internadas em Hospitais Psiquiátricos ou Hospitais de Custódia. Os SRTs garantem residência e ajudam na reinserção dos moradores na rede social existente, com oferta de trabalho, lazer e educação. Para qualificar a atenção à saúde da população em situação de rua, o Ministério da Saúde elegeu ainda a Estratégia dos Consultórios na Rua, composta hoje por 148 equipes multiprofissionais de Atenção Básica, principal porta de entrada para o atendimento no SUS.
POLÍTICA DE SAÚDE MENTAL - A Política Nacional de Saúde Mental desenvolvida pelo Ministério da Saúde tem por objetivo consolidar um modelo de atenção à saúde mental aberto e de base comunitária, promovendo a liberdade e os direitos das pessoas com transtornos mentais cuidadas pelos serviços na comunidade.
Em consonância com a Reforma Psiquiátrica (Lei 10.216/2001), o governo federal impulsionou a construção de um modelo humanizado, mudando o foco da hospitalização/segregação como única possibilidade de tratamento às pessoas com transtornos mentais e decorrentes do uso de álcool e drogas para um modelo de cuidados voltados para a reinserção social, a reabilitação e a promoção de direitos humanos.
Desta forma, os hospitais psiquiátricos vêm sendo gradativamente fechados, em conformidade com a lei, e substituídos pela Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), que prevê a criação, ampliação e articulação de pontos de atenção à saúde para essa população no Sistema Único de Saúde (SUS), incluindo leitos em Hospitais Gerais.
Por Gustavo Frasão, da Agência Saúde
Atendimento à Imprensa
(61) 3315-3533/3580
Ministério da Saúde investe R$ 36,4 milhões na saúde mental de 20 estados
Recurso permitirá a habilitação de 76 Centros de Atenção Psicossocial (CAPs)
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Brasil está na rota dos medicamentos falsificados PDF Imprimir E-mail
Seg, 05 de Outubro de 2015 19:15
Segundo a OMS, um quinto dos medicamentos comercializados no País são ilegais
Um relatório divulgado recentemente pela Organização Mundial de Saúde (OMS) emitiu mais um ruidoso sinal de alerta sobre a debilitada saúde do País. Segundo o documento, 19% dos medicamentos comercializados por aqui são ilegais. A estimativa é que se vendam vinte medicamentos falsos em cada lote de 100. Eles são vendidos em feiras, bancas de ambulantes, pela internet e, inclusive, nas farmácias. E chegam ao Brasil vindos do Paraguai, China e Índia. Podem vir prontos para o consumo ou ainda na matéria-prima (o chamado princípio ativo) – que é manipulada em estabelecimentos clandestinos, sem a menor condição de higiene e geralmente elaborada na dose errada.
De acordo com os pesquisadores da OMS, a pirataria de substâncias matou cerca de 700 mil pessoas no mundo em 2014 – não há dados específicos para o Brasil. É um problema que aflige governos e fabricantes no mundo todo, principalmente em período de crise econômica. “Como é mais barato, as pessoas acham que estão fazendo um bom negócio ao comprar medicamentos falsos. Não estão. As mortes estão aí para comprovar”, diz o membro do Conselho Nacional de Combate à Pirataria, Edson Vismona.
Existem três princípios determinantes para o sucesso da indústria de medicamentos falsos: mercado, preço e fiscalização falha. As estatísticas sobre o tamanho desse comércio clandestino mostram que, na última década, a falsificação e comercialização aumentaram 800%. Atualmente, o negócio, que rendeu US$ 200 bilhões em 2014, cresce 13% ao ano. “Às vezes ele é mais rentável do que o tráfico de entorpecentes”, afirma o delegado da polícia federal de São Paulo, André Luiz Previato Kodkaoglanian. “São quadrilhas ligadas diretamente às organizações criminosas internacionais”.
Fonte: IstoÉ
Foto: Shutterstock
medicamentos falsificados 05100Segundo a OMS, um quinto dos medicamentos
comercializados no País são ilegais
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